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Corpo de Bombeiros explica que maioria dos enxames de abelhas em áreas urbanas é temporária e só há atuação para remoção em caso de risco iminente
16 janeiro 2026 - 11h09
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O aumento da presença de enxames de abelhas em áreas urbanas tem gerado dúvidas e preocupação entre moradores nas últimas semanas. Relatos sobre o aparecimento desses insetos em residências e espaços públicos, além de questionamentos sobre a atuação do Corpo de Bombeiros nesses casos. O tema já havia sido tratado nesta semana com o presidente do Encontro Abelheiro de Carazinho, César de Souza, que explicou que esse comportamento é comum nesta época do ano. Para esclarecer dúvidas da comunidade sobre esses casos, a Rádio Uirapuru ouviu o Tenente-Coronel Alessandro Vicente Bauer, comandante do 7º Batalhão de Bombeiros Militar.
O Tenente-Coronel Alessandro Vicente Bauer esclareceu que, em situações normais, esses enxames não costumam atacar, desde que não haja movimentos bruscos, vibrações ou contato direto. A orientação é isolar o local e evitar a aproximação de pessoas, especialmente crianças, idosos e animais. Nesses casos, a remoção não é considerada necessária, já que as abelhas tendem a seguir o seu percurso naturalmente. Quando há necessidade de retirada, a recomendação, assim como já destacado por apicultores, é procurar profissionais habilitados, uma vez que as abelhas são animais protegidos por lei.

O Corpo de Bombeiros Militar atua apenas em situações de ataque ou risco iminente à população. Conforme explicou o comandante, quando há agressividade por parte do enxame, a equipe pode intervir para conter a situação, inclusive com a eliminação das abelhas, procedimento adotado somente em casos extremos.
o comandante destacou ainda que pessoas atacadas por abelhas devem buscar atendimento médico imediato, especialmente aquelas com histórico de alergia. Ele reforçou que o protocolo adotado pelo Corpo de Bombeiros foi construído em conjunto com o Ministério Público, com foco na preservação ambiental, e que a atuação ocorre exclusivamente em casos de ataque, enquanto situações de presença transitória devem ser acompanhadas com cautela, informação e apoio técnico, garantindo a segurança da comunidade e a preservação das abelhas.

FONTE : UIRAPURU

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